Os Desafios de se viver PLENAMENTE #VivendoFrancamente

Oi, tudo bem com você?


Hoje eu vou te falar um pouco sobre como tem sido viver francamente e quais têm sido os meus fracassos nesse processo.

Ao final dessa leitura você vai descobrir como os fracassos e as quedas são importantes e muito necessárias quando queremos melhorar de vida.

E vai aprender as lições que eu aprendi no começo do meu processo de viver uma vida plena até aqui, continue lendo…
Já de cara eu te digo: “Não está sendo fááááciill, não está sendo fácil…”, mas estamos caminhando.

Minha queda…

Semana passada eu não me exercitei. (vergonha, eu sei.) Entrei na TPM e fiquei muito, mas muito mal mesmo! Não fui capaz de sair da cama por uns dias, o que fazia tempo que não acontecia.

Comi muita fritura e lanche porque não conseguia ir cozinhar e nessa brincadeira engordei 4 kilos e ainda voltei a velhos hábitos, como: trabalhar deitada, me arrumar menos, evitar sair de casa e pedir mais comida do que fazer.


pra ser vegano pedindo marmita, mas isso não significa que vai ser saudável…

Dá pra ser vegano pedindo marmita, mas isso não significa que vai ser saudável…

Tô chateada comigo mesma por ter tido essa recaída depois de uma TPM PUNK!


Mas eu entendo que nem sempre a gente vence todo dia.

Ter tido essa recaída me fez procurar algumas coisas sobre hábitos.
Eu estou lendo O Poder do Hábito, de Charles Duhigg que fala sobre como o hábito é formado em nossa mente, como ele pode ser desconstruído e como ele pode ser reprogramado.

O chato disso é ver que eu não sou a Mulher-Maravilha que pensei que era. Comecei esse projeto sabendo que seria difícil, já que eu era super sedentária e só comia besteira, mas mesmo assim, achei que eu teria um desempenho melhor.

Estou feliz de poder experimentar tudo o que esse processo envolve, mas eu gostaria de estar melhor a essa altura.

Lições que aprendi:

Você que está lendo isso, saiba que existem lições muito importantes a serem aprendidas quando temos a coragem de sermos vulneráveis e sinceros conosco.

Coisas que eu estou aprendendo:
1- Se eu não prestar atenção, a preguiça me vence EM QUALQUER COISA;
2- Eu posso mais do que me foi dito que eu poderia fazer e ser;
3- Não existe o “eu consigo sozinho”, de jeito nenhum;
4- Disciplina é uma coisa maravilhosa e ela começa quando eu acordo e arrumo a minha cama;
5- Organização = +tempo +disposição + possibilidades + vida;
6- É muito importante descansar fazendo algo que gosta;
7- É muito importante ficar um dia todo fora de casa (isso se você trabalha em casa);
8- Prioridades mudam tudo!
Minha cabeça até dói quando eu percebo que preciso mudar um hábito ruim que estou praticando, mas tem sido bom.

O que eu DESCOBRI com os meus fracassos:

Agora eu quero dar um recado para você, que assim como eu, tem conseguido ser sincero consigo mesmo…

(talvez eu esteja mandando esse recado para a Maristela que começou esse desafio, mas tá tudo bem.)
Então, vamos lá:

-Olha, vai ficar tudo bem. Seus braços e pernas vão doer por causa dos exercícios físicos, e você VAI ter que se esforçar para conseguir realiza-los, mas isso não significa que vai ser impossível. Você vai conseguir!

-Você vai sentir falta das besteiras, vai querer come-las e vai olhar no espelho se perguntando se consegue não fazer isso.
Resposta: Você vai comer besteira, vai se arrepender, mas vai entender que a relação que você tem com o seu corpo deve ser muito mais segura e amável do que a sua relação com o espelho.
A comida é sua amiga, não seu conforto pessoal num momento de ansiedade.

-Vai ter dia que vai chover bastante, e a vontade de ouvir aquela voz que te diz que “é só um dia, não vai te prejudicar não praticar os novos hábitos que você está tentando construir”…
…é grande, mas ela tá mentindo para você, mentindo com força!

-Depois de uma semana você vai perceber o quão forte, incrível e corajosa (o) você foi ao enfrentar a si mesma (o) e os outros que diziam que você não era capaz e isso vai te motivar…
…não por que você colocou a opinião deles no chão, mas sim por que você foi capaz de superar seus próprios limites e chegou mais longe.

O espelho e a balança mentem, mas a forma como você se sente depois de um dia difícil, cheio de desafios, e desafios vencidos te diz a verdade.

-O momento mais importante da jornada é quando você olha para dentro de si e vê que está se tornando a pessoa que, você, aos 10 anos de idade, teria orgulho de ter por perto.
Você está se tornando a pessoa que, você, aos 16 anos de idade, queria ser, mas não sabia como.

-Tem dia que o sol brilha forte e a disposição vai lá em cima! Perceba como você funciona nesses dias e tente manter isso nos dias de chuva.

Você vai cair, de novo, e de novo, e de novo, mas também vai se levantar de novo, e de novo, e de novo.

-Quando você tornar real a vida que quer ter, mesmo dando alguns passos atrás uma vez ou outra, as pessoas vão te respeitar mais, te considerar mais e vão até querer passar mais tempo com você.

-Quando você entende a vida que quer ter, luta por ela e abandona os velhos pensamentos sobre si mesma (o), a sua identidade real floresce e te ajuda a tomar melhores decisões.
Decisões que você sabe que não vão cair nas costas dos outros, não vão te ferir e, principalmente, não vão te anular novamente.

-Você vai aprender lições como estas e outras até mais valiosas, mas uma coisa é fato: você não vai conseguir viver plenamente e francamente todos os dias…

-Você, assim como eu nessa semana, vai falhar, vai cair, vai se arrepender e até chorar, mas saiba que está tudo bem.
Foi só um escorregão, a jornada não parou ali. Limpa esse joelho ralado e continua!

Você vai ter mais vitórias que derrotas, mas isso não vai acontecer no começo, sinto muito.

-No começo você vai mais perder do que ganhar, mas isso dura pouco quando você começa a entender melhor como sua mente, coração, emoção e corpo funcionam.

E, vai por mim, é lindo ver que, mesmo quando você cai, o seu valor não muda, você continua sendo você mesma (o).

O resumo desse processo para mim até aqui é: uma identidade com uma base sólida te permite cair, se machucar, levantar e continuar andando mesmo que isso signifique ficar isolado por um tempo.

Mas as quedas do processo não determinam o fim da minha vida, muito menos o que isso faz os outros pensar de mim.

Somos mais fortes quando somos mais vulneráveis. Somos corajosos quando somos vulneráveis. Somos vulneráveis quando somos nós mesmos, e tá tudo bem, tem que ser assim.